Entrevistas e
fotos: Silvio Brasil de Lima
“Temos orgulho
em dizer que nossa administração é pioneira em criar um evento como esse, que é
o Festsol, proporcionando geração de emprego e renda em nossa região de
tríplice fronteira. Com relação a IV edição que aconteceu neste mês de
setembro, nossa avaliação é relevante, pois o que observamos hoje, é que o
Festsol atinge todos os níveis sociais, sem distinção de crença, raça, religião
e poder aquisitivo em nosso município”, assegura o prefeito.
De acordo com Saul, desde que Tabatinga foi
emancipada, o Festsol passou a ser realmente a festa popular da cidade que,
segundo ele, por nossa cidade ser fronteiriça, recebemos turistas de todas as
partes do planeta, proporcionando diretamente o aumento do PIB regional de
forma considerável no período em que é realizado o Festsol.
“O Festsol é
considerado atualmente, a nível estadual, o segundo maior
evento do Amazonas.
No início, a prefeitura era responsável por toda estrutura operacional desse
evento, agora, o Festsol anda com suas próprias pernas e, a prefeitura se
tornou apenas um colaborador, ou seja, o povo é quem conduz essa festa”,
esclarece Saul.



Disse que é
lamentável a população saber que um grupo de pessoas que não querem o progresso
cultural de Tabatinga, dizer em alguns cantos da cidade que o Festsol deveria
ser extinto. “Essas pessoas que pensam negativamente dessa forma, é bom que se
diga e o povo fique atento, pois estão falando mal da nossa querida Tabatinga
e, não querem o progresso cultural e financeiro da população que vive nessa
região. É uma festa que veio para ficar e não temos dúvidas que, a partir desse
momento é só crescimento, proporcionando entretenimento com geração de emprego
e renda em todos os segmentos empresárias de forma direta e indireta para os
nossos irmãos tabatinguenses”, afirmou o prefeito. “Em originalidade, sabemos
que não tem nada igual no Amazonas e, a Amazônia é composta por uma adversidade
imensurável no que diz respeito à etnia, fauna e flora, então, as lendas são
amazônicas, compostas por tribos indígenas e onças, por isso surgiu o nosso
Festival Internacional de Tribos do Alto Solimões, que são as onças Preta e
Pintada. Nossas duas mimosas onças. O povo de Tabatinga e, os turistas que nos
visitam, estão de bem com a vida, pois o futuro já começou”, prevê, esbanjando
otimismo o prefeito.


“Gostaria de
ressaltar que ao término do Festsol, ou seja, no dia seguinte, emissoras de rádio
de Leticia – Colômbia ressaltaram a importância desse evento, dizendo que
deveria haver um entrosamento melhor por parte das pessoas que
organizam/realizam eventos em Leticia com as pessoas do Brasil-Tabatinga. O que
fica claro e notório é que existe uma controvérsia, quando um grupo de pessoas
de Tabatinga, que pensa unilateralmente e, não no bem-estar social dos
tabatinguenses. As ações em nossa tríplice fronteira são harmônicas, os
cidadãos brasileiros, colombianos e peruanos, vivem em plena harmonia. Reitero
que, quando esse grupo de pessoas de Tabatinga que disseram que iriam acabar
com o Festsol, não está mexendo só com o Brasil-Tabatinga, mas também com
nossos coirmãos colombianos e peruanos. Acredito que foi de muito mal gosto e
infeliz a(s) pessoa (s) que disse (ram) que vai (ão) acabar com o Festsol. É
bom que fica claro, que o Festsol não é do prefeito Saul, mas sim, do povo de Tabatinga. Tenho certeza que o povo não
permitirá que deixem acabar com o que é bom e deu certo. O Festsol nasceu de
uma grande sacada no início do governo Saul.
O povo dessa cidade tem hoje, uma identificação cultural dentre as suas
festividades. O que deu certo não pode acabar”, alerta Saul.
Presidente da Associação Folclórica Onça Preta, Jerry
Alves Grande, campeã do Festsol 2012: “Desde que
nasceu o Festsol, nossa avaliação é a das melhores possíveis. Por se tratar de
um ano político, tivemos dificuldades em trabalhar e conseguir apoio. Visto que
o Festsol não depende mais da prefeitura exclusivamente para que aconteça. Mas
com o apoio e força de todos os membros e brincantes da agremiação e, sobretudo
dos empresários locais, conseguimos superar os desafios. Também do apoio da
prefeitura no que diz respeito à organização do evento. Estamos orgulhosos,
pois somos tricampeões do Festsol.

Gostaria de
aproveitar essa oportunidade e plagiar Rui Barbosa, quando diz ‘devemos dar
honra a quem tem e a quem merece’, pois o mérito do sucesso do Festsol se deve
ao seu criador, que é o prefeito Saul.
Há anos a cultura tabatinguense estava esquecida e, um povo sem cultura, é um
povo sem identidade. São quatro anos de
glória que esse evento proporciona a
todos dessa região de tríplice fronteira e aos turistas que já sabem deste
evento que ocorre no mês de setembro, fazendo parte cultural do calendário
festivo a nível nacional e internacional. O importante também é pensar na
geração de emprego direto e indireto que o Festsol propícia com a
comercialização de produtos e serviços prestados, não só as pessoas da nossa
região, como aos turistas que se fazem presentes nessa época do ano na cidade
de Tabatinga. É lamentável saber que têm pessoas que insistem em querer acabar
com um evento dessa magnitude. É bom que as pessoas que pensam
negativamente
dessa maneira, lembrem-se de como era Tabatinga antes e comparem com o agora.
Hoje Tabatinga é conhecida mundialmente, graças à âncora do Festsol. No período
em que ocorre o Festsol, Tabatinga vive momentos épicos de intercâmbio
cultural, pois o que vivenciamos é a presença de várias culturas/etnias na
cidade e, quem ganha com isso é a população tabatinguense, com a geração de
recursos que circulam na cidade.
Queremos
agradecer a oportunidade em que o Jornal Solimões dissemina a cultura da nossa
região para o mundo, a nossa diretoria, aos brincantes, as empresas que nos
apoiaram, como a Kairos Construtora, Casa Bella, Casa Gregório, Variedades
Joana, Portal Tabatinga”.
Carlos Davi Montenegro, presidente da Associação
Folclórica Onça Pintada, vice-campeã do Festsol 2012: “A reflexão que faço nesse IV ano de Festsol é a seguinte: viemos
com um nova diretoria e revelar os novos talentos e artistas que anterior ao
Festsol, estavam esquecidos. A Onça Pintada logrou em agir dessa maneira,
apresentando itens novos na arena do Festsol e, como eu que venho trabalhando
desde o ano de 1995 na Agremiação Rei do
Campo, iniciando na batucada e, agora representando a Onça Pintada. Isto é um
orgulho pra mim e a responsabilidade ainda maior em fazer, junto com nossos
companheiros o melhor trabalho possível. Foi um ano em que superamos todos os
desafios possível, porque iniciamos sem fluxo financeiro no caixa da Onça
Pintada. Fizemos um ótimo trabalho, visto que, os comentários tanto na
Colômbia, Peru e Brasil, foram dos melhores. Para se vencer um festival, são os
detalhes que fazem a diferença, ou seja, quem erra menos certamente será a
campeã. Agradeço a toda nação vermelho e branco, os parceiros como a Nova
Schin, a emissora Fantástica 103.9 FM em Leticia, a comunidade indígena do
Umariaçu I e II, ao Instituto SENA, em Leticia, ao Instituto de Dança Novas
Estampas, em Leticia, aos nossos familiares, artistas, diretoria e brincantes
da Onça Pintada. Estamos de parabéns por tudo, viemos falando da etnicidade das
três culturais, Brasil, Colômbia e Peru.
Agradecemos ao
prefeito Saul, pela ideia de criar o
Festsol. É bom lembrar que há 6 anos atrás, as agremiações Rei do Campo e
Carinhoso ficaram esquecidas, sem que houvesse um festival. O que acontece,
morre a cultura, nós que somos artistas locais, ficamos completamente
abandonados e o povo sem identidade cultural. Triste é saber que recentemente
pessoas utilizaram de má fé dizendo que se tiverem oportunidade irão acabar com
o Festsol. ‘O velho ditado já diz que time que está ganhando não se mexe’. Isto
é um absurdo, em querer acabar com um festival que gera emprego e renda de
forma lícita, em nossa região, onde proporciona
momentos de alegria para todos que estão envolvidos e, que participam
dessa festa”.
Post Comment
Nenhum comentário
Obrigado pelo seu comentário!!